Boa audição está diretamente ligada à relação entre avós e netos

Com as mudanças de perfil das famílias, cujas mães precisam voltar ao trabalho logo após a licença-maternidade, a participação dos avós no núcleo familiar tem aumentado cada vez mais. Muitas vezes, seus papéis vão além de pequenos mimos, ao deixarem os netos fazerem tudo o que os pais não deixam. Entre os casais que têm filhos ainda muito jovens, os avós acabam se tornando até um suporte afetivo e financeiro de todos.

 

A Phonak chama a atenção para algumas particularidades deste convívio tão próximo entre gerações. Desde a educação das crianças, a disposição para cuidar delas - em função do ritmo mais acelerado, até questões ligadas à saúde podem acabar atrapalhando o relacionamento entre avós e netos.

 

É que, após uma certa idade, todas as pessoas podem apresentar uma perda auditiva. Com o estilo de vida atual, a tendência é que isso aconteça cada vez mais cedo. De acordo com o Censo 2010 divulgado recentemente pelo IBGE, entre cidadãos com 80 anos ou mais, existem quase 1,2 milhão de pessoas com alguma perda auditiva no Brasil. Se incluídas aquelas entre 75 e 79 anos, este número chega a quase 2 milhões.

 

No dia a dia dessas novas famílias, as crianças, com suas vontades imediatistas, podem sentir grande dificuldade em conviver com seus avós, cuja velocidade para exercer qualquer atividade é mais lenta. “Caso exista uma dificuldade para ouvir, a situação pode ficar ainda mais complicada”, afirma Marilisa Zavagli, fonoaudióloga da Phonak.

 

Por isso, é muito importante que os adultos realizem anualmente uma audiometria. “É que a perda auditiva é irreversível e, em média, as pessoas levam até sete anos entre detectar o problema e iniciar tratamento”, explica Marilisa. Sem o exame, os prejuízos acabam não se limitando à audição mas, em longo prazo, à saúde em geral, com o desenvolvimento de doenças como estresse e depressão.

 

Confira indicativos de uma pessoa que possa estar com alguma perda auditiv

 

- necessidade de aumentar o volume sempre, seja da TV, do celular ou do rádio;
- dificuldade de entender o que é falado em meio ao ruído;
- sensação de abafamento ou ouvido tapado;
- inicialmente, as consoantes /P/, /K/, /F/, /H/ ou todos os sons de /T/, /Sh/ e /S/, não podem mais ser ouvidos;
- zumbido (chiado, apito ou qualquer outra sensação sonora) pode ser um sintoma de que algo não está bem e vale a pena avaliar a audição
- pessoas com perda auditiva geralmente não conseguem explicar como o problema os afeta ou o que eles conseguem ou não ouvir.

 

Quando uma perda auditiva é diagnosticada, surge uma série de dúvidas em relação à saúde e ao convívio social. Por isso, as soluções auditivas vêm evoluindo para atender a essas necessidades. Usar aparelho auditivo já não é complicado e indiscreto como antigamente. “Hoje, eles são tão pequenos que passam despercebidos enquanto a qualidade da reprodução de som é altíssima, permitindo ao usuário compreender bem a fala em ambientes ruidosos”, conta a fonoaudióloga.

 

Tecnologicamente falando, nunca foi tão fácil para quem sofre perda auditiva voltar à sua rotina. Porém, essas pessoas precisam do apoio da família e dos amigos para procurar ajuda o quanto antes, evitando uma piora no quadro e mais dificuldades para levar a vida normalmente.

 

 

Fonte: ADS Comunicação Corporativa

Fale Conosco

Mande suas dúvidas e sugestões para nós!

Enviar